A turma de Vet 4 passou uma manhã de muito aprendizado na clínica Mr dog.
quinta-feira, 29 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
A conclusão
Quando leio algumas dissertações, tenho a impressão de que o autor pensou exatamente o título dessa postagem quando escreveu a conclusão. É como se depois de tanto refletir sobre o tema, depois de ter conseguido desenvolver três ou quatro parágrafos, chegou o momento de dizer qualquer coisa na conclusão e se livrar do texto.
E esse é um erro!
Primeiro porque a conclusão vale 20% do texto, ou seja, o mesmo que os outros parágrafos. Porém, ainda mais importante do que isso é o caráter subjetivo que esse último momento da redação possui. Quando lemos um artigo, uma reportagem, uma crônica e o final é surpreendente, envolvente, impactante, inteligente, finalizamos a leitura com uma sensação boa, uma sensação de que a leitura valeu a pena.
Nas dissertações para concursos, o mesmo acontece. Sendo a conclusão a última coisa que o avaliador lerá no seu texto, é essencial encantá-lo nesse momento, pois há grande possibilidade de que o “gran finale” aumente a sua nota.
Quando falamos em texto, não é só a primeira impressão que fica, a última também.
Vamos ver dois exemplos que comprovam o que digo.
Conclusão 1:
“Discutir a validade do mundo virtual como meio de propagação de conhecimento não se mostra mais adequado para o momento, dado que a tendência da internet é cada vez angariar mais usuários. Sensato seria garantir instrução suficiente às crianças e aos jovens para que eles, por conta própria, pudessem desenvolver mecanismos de seleção de tudo aquilo que recebem do meio externo. Dessa forma, informações falsas ou caluniosas seriam automaticamente arrastadas para a lixeira”.
Conclusão 2:
“A discussão sobre a confiabilidade das informações disponíveis na internet não é tão importante. O que se faz necessário é instruir crianças e jovens para que eles saibam selecionar os conteúdos a que têm acesso na rede”.
As duas conclusões apresentam o mesmo conteúdo e são satisfatórias para finalizar uma dissertação. A primeira, no entanto, por conta da criatividade, tem mais chances de impactar o avaliador. O último período, por exemplo, apresenta uma figura estilística interessante, que dá um tom diferenciado ao texto.
Então... só diga “Acabei a redação” quando a conclusão estiver finalizada.
Por: Lygia Maria
quinta-feira, 15 de março de 2012
Feliz gravidez
Nesta semana, em uma aula prática da turma de análises clínicas, nossa aluna Suellen descobriu está esperando um bebê.
Felicidade aos pais!!!!
Sua atitude determina sua altitude
Você costuma pensar nas coisas que você tem feito na vida e pela vida? Costuma parar para saber se o caminho que você está trilhando é o que gostaria de seguir? Costuma se perguntar se a sua atitude de hoje está te levando para mais próximo do ponto de chegada? Percebo, ao longo de minha vida, o quanto é surpreendente e fácil ser pego pela ilusão das nossas atividades, da nossa pressa, da correria do cotidiano, das tarefas inadiáveis, intolerância, arrogância, prepotência, exigência, impaciência, trabalho árduo de cada dia para subir a escada do TER mais sucesso, dinheiro, patrimônio, riqueza, e por ai vai.
O que existe atrás de nós e o que existe à nossa frente são problemas menores, se comparado com o que existe dentro de nós.”
Oliver W. Holmes
Não vejo nada de errado nisso desde que, é claro, que você aja com consciência, competência, benevolência, sabedoria etc. O que assusta é a gente descobrir que passamos boa parte de nossas vidas se preocupando com o TER, sem dar a devida importância ao SER. Recentemente, ao terminar um seminário, fui procurado por um jovem de uns trinta anos. Em poucos minutos ele me contou sobre a sua trajetória profissional. Ele disse-me que antes dos vinte anos de idade abriu uma empresa e que de lá para cá ela não parou de crescer.
O jovem me relatou que quando tiver concluído a obra de uma filial as coisas ficarão melhores ainda. Disse-me também que se tivesse um sócio ou executivo bem preparado para ajudá-lo estaria lucrando mais. E, finalmente, ressaltou que se tivesse mais dinheiro o seu negócio certamente seria mais próspero. Fiquei pensando nas várias investidas que aquele rapaz empreendedor me contou. Pude perceber que quase tudo que ele me disse referia-se a TER e muito pouco a SER. A partir daí, comecei a ficar mais atento com as pessoas que conversam comigo sobre vida, negócios, família, lazer etc.
A conclusão que chego é que as pessoas passam boa parte da vida em busca do TER, algo do tipo:
· Se eu tivesse mais tempo...;
· Se eu tivesse mais dinheiro...;
· Se eu tivesse um carro...;
· Se eu tivesse uma casa nova...;
· Se eu tivesse um verdadeiro amigo...;
· Se eu tivesse uma formação melhor...;
· Se eu tivesse um chefe mais companheiro...;
· Se eu tivesse uma nova oportunidade...;
· Se eu tivesse como tirar férias... etc.
O que se leva desta vida é a vida que se leva”
É impressionante como esquecemos da importância do SER para TER o que queremos. Imagine se ao invés de ficar lamentando a falta do TER a pessoa adotasse uma postura proativa em prol do SER. Daí, tomando por base os exemplos acima evidenciados, ela poderia mudar a estrutura de seu pensamento, passando a refletir de acordo com as novas formulações a seguir:
· Se eu for mais organizado com relação ao tempo que disponho...
· Se eu for mais estudioso poderei no futuro conseguir uma colocação melhor;
· Se eu for morar mais próximo do meu trabalho talvez não precise de carro;
· Se eu for mais cuidadoso com meus gastos pessoais talvez consiga trocar a minha casa atual por uma nova;
· Se eu for mais atencioso com as minhas amizades...
· Se eu for mais dedicado e disciplinado nos estudos...
· Se eu for mais compreensivo, tolerante e proativo talvez possa melhorar o relacionamento com o meu chefe;
· Se eu for mais persistente, atencioso e participativo talvez surja uma nova oportunidade;
· Se eu for menos centralizador e confiar mais nas pessoas talvez seja possível tirar uns dias de férias com a família.
“Faça como o carpinteiro: meça duas vezes e corte uma.”
Tenho testemunhado muitos exemplos de pessoas que passaram boa parte da vida buscando o TER sem se darem conta de que, muitas vezes, o SER é o caminho mais curto e seguro para se TER o que deseja. Sair por ai como um trator de esteira abrindo caminho na marra, sem planejamento, cuidados adequados, respeito ao próximo causando mágoas e ressentimentos pode ser igual ao carpinteiro que sobrecarregado com seus apetrechos de trabalho sua a camisa para alcançar o último degrau de uma enorme escada só para constatar que a apoiou na parede errada.
Será que não seríamos pessoas melhores e mais felizes se nos preocupássemos mais com o SER do que com o TER?
Pense nisso, um ótimo dia e até a próxima.
Evaldo Costa
Escritor, Consultor, Conferencista e Professor.
Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”- www.evaldocosta.com.br. E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com.br.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Parabéns a Joilda
Nossa professora de Análises clínicas Joilda, faz aniversário neste Domingo. Parabéns Professora.
Graduada em Biomedicina, Mestre em Saúde Coletiva, Doutoranda em Saúde Coletiva
Alunos do Mês
O programa aluno do mês da Projeta Liberdade tem o objetivo de premiar os melhores e mais dedicados alunos de cada turma. Os alunos premiados recebem desconto na parcela do curso, bem como viram monitores dos professores os auxiliando nas aulas. Isso é mais um incentivo da Projeta Cursos Liberdade para que os alunos estudem e se preparem excelentes profissionais.
Parabéns aos contemplados. Continuem a se dedicar pois os maiores beneficiados serão vocês.
Parabéns aos contemplados. Continuem a se dedicar pois os maiores beneficiados serão vocês.
O Caminho o Sucesso na Busca do Primeiro Emprego
A preocupação de todo jovem que entra no mercado de trabalho para procurar emprego pela primeira vez é como fazê-lo de maneira correta. Todos sabem que o diploma não é suficiente e que tem de haver estratégias e posturas que impulsionem o caminho. A insegurança no início é bastante normal, por isso apenas a informação pode embasar as atitudes no caso de falta de experiência.
Há certos passos nessa nova fase da vida que podem facilitar as coisas:
O primeiro é elaborar um currículo atualizado e baseado nas suas metas. Mesmo que não haja experiência, é interessante demonstrar atividades que comprovem um investimento no futuro profissional (cursos de idiomas, intercâmbios, aulas de computação), e características propícias dentro de um emprego, como liderança e criatividade. A imagem deve ser cuidada desde o início.
Fazer a escolha do setor em que se empregará. Se houver um local específico de trabalho em mente, conhecê-lo e identificar-se com seu estilo é importante. A partir disso, traçar objetivos e se esforçar para não desviar facilmente deles, para não desistir sem se esforçar ao máximo.
Saber comunicar-se. O autocontrole, a habilidade de expressão e a demonstração de segurança são decisivas em uma entrevista de emprego, além de outras situações profissionais que servem de teste. Manter a atenção às críticas, pois elam auxiliam na autoavaliação, assim como no crescimento e na aprendizagem. Aquilo que foi aprendido na formação acadêmica é a teoria; a prática é o necessário para o sucesso, e é adquirida apenas através das experiências que acrescentam.
Após um preparo satisfatório, começa a parte mais prática. Tem de haver empenho nos meios de espalhar informações próprias: anúncios na internet; cadastramento nas agências de empregos; envio de currículo para a(s) empresa(s); também a observação de classificados de empregos, entre outras ações. A rede de contatos é importante desde o início, quando se conhece as primeiras pessoas envolvidas em diferentes áreas. Sua rede pessoal pode vir a calhar no presente ou no futuro e não deve nunca ser menosprezada. O investimento nas relações sociais concomitantemente com o profissional é um ato de inteligência. As indicações de outros constituem uma das formas mais eficientes de se conseguir emprego.
Neste contexto, é válido comentar sobre o contrato de trabalho especial do “Menor Aprendiz”, que constitui um meio de familiarização com um ambiente de trabalho, por tanto é uma experiência válida para jovens. Outra maneira recomendável de se adquirir experiência é o estágio, que abre as portas para o mercado de trabalho, além de possibilitar relações que podem ser úteis para a contratação.
Após algumas orientações, não pode estar omissa a observação de que a educação é o melhor caminho para um profissional qualificado, e que o mercado de trabalho é menos cruel para aqueles que investem mais e mais no conhecimento, tanto no específico como no global.
fonte: blog do emprego
sábado, 3 de março de 2012
GANHADORA DA PROMOÇÃO DE VERÃO PROJETA
GANHADORA DA PROMOÇÃO DE VERÃO PROJETA
PARABÉNS!
ALUNA - ANA CLAUDIA CALLEGA
TURMA DE MASSOTERAPIA 05
PARABÉNS!
ALUNA - ANA CLAUDIA CALLEGA
TURMA DE MASSOTERAPIA 05
PRÊMIO – NOKIA X2
sexta-feira, 2 de março de 2012
7 regras básicas para lidar com dinheiro
Primeiro caso: Dois homens estão doentes e precisam de cuidados médicos. Um deles trabalhou duro, economizou e investiu o excedente de sua renda durante toda a vida. Hoje conta com uma boa reserva financeira. O outro também trabalhou duro, mas não soube guardar e hoje não conseguiu formar poupança. Qual dos dois está se sentindo melhor diante do problema de saúde? - Segundo caso: Dois homens acabam de ser demitidos da mesma função na empresa em que trabalhavam. Um deles tem reserva financeira que lhe permite até mesmo se aposentar e viver da renda de seus investimentos, enquanto o outro não tem dinheiro para sobreviver até o final do mês. Qual dos dois se sente mais seguro diante da surpresa da demissão?
O grande problema está no fato das pessoas não saberem o que fazer com o dinheiro quando se vêem diante dele. Tomam decisões erradas, gastam, emprestam para amigos, compram presentes caros e desnecessários. Poucas pessoas entendem uma frase que digo sempre: o dinheiro não foi feito para gastar.
Quanta história não se vê por ai de pessoas que ganham dinheiro na loteria e menos de um ano depois estão em situação pior do que estavam antes de ganhar o prêmio. Isso é a falta de educação financeira. Nem os pais, nem a escola deram subsídios para que o sujeito soubesse que rumo dar ao próprio dinheiro.
Pois bem, vamos tentar tirar parte desse atraso apresentando algumas regras básicas de como lidar com o dinheiro.
- Guarde 10% do que conseguir ganhar para investir;
- Todo rendimento advindo de seus investimentos devem ser reinvestidos;
- Nunca gaste mais do que ganha, NUNCA;
- Fuja dos financiamentos com parcelas pequenas e juros altos;
- Se ganhar algum dinheiro na loteria, guarde uma parte na poupança, como reserva e invista o restante em títulos públicos, fundos de investimentos ou ações;
- Não compre casa na praia, nem carro de luxo, só trazem despesa e tiram dinheiro do seu bolso tão rápido quanto um piscar de olhos;
- Não empreste dinheiro para parentes e amigos, a menos que não se importe em não receber de volta.
Agora me diga: o que você acha dessas regras? Acredira, como eu, que elas podem fazer diferença no seu futuro? Você saberia citar mais algumas dicas que complementem a lista? Gostaria de contar com a opinião de todos nos comentários.
por Rízio Andrade
quinta-feira, 1 de março de 2012
Uma visão do que é ser um vendedor
Conduzir a negociação para o fechamento nunca deve ser esquecido. E percebo que muitas vezes é. Quando estamos vendendo o nosso objetivo é: vender (repito por saber que muitos vendedores esquecem-se disso). Cada palavra da apresentação do vendedor, cada resposta a perguntas do cliente, cada comentário feito, deve levar a venda para o fechamento. Isso não significa empurrar qualquer coisa para o cliente, significa mostrar para o cliente o que ele precisa sem perder tempo. É trabalho do vendedor conduzir a negociação para o fechamento, não esperar pelo cliente.
Identificar as verdadeiras objeções é também um desafio interessante. Os compradores não querem ferir os sentimentos dos vendedores e por isso inventam mentirinhas inocentes para não comprar. Inventam que não tem dinheiro, que precisam falar com o sócio ou que as compras são todas realizadas pela sede. A resposta está em uma dessas opções: ou o vendedor não qualificou bem o seu cliente potencial ou não conseguiu gerar credibilidade suficiente para o cliente confiar e comprar.
A atividade de vendas e a área comercial nunca foram tão idolatradas em palestras, seminários, conferências e treinamentos como é hoje. Com toda essa confusão, muitas vezes os “gurus” se esquecem de citar o calor do dia a dia de vendas e seus obstáculos. E, em especial, esquecem de fornecer conceitos, ferramentas e técnicas que podem ser aplicados imediatamente na prática para gerar resultados. É importante discutir vendas conceitualmente, mas mais importante é discutirmos para aumentar os resultados.
Por Elton Luis Sip
Sorteio 3 de março
Neste sábado dia 3 de Março teremos o sorteio do Smartphone. Passe na secretaria e pegue seus cupons.
Assinar:
Postagens (Atom)




